Nanda Lacerda: Você sabe o valor que tem?

Você sabe o valor que tem?

Meninas,   Vamos nos amar mais e nos aceitar mais, cada uma tem seus próprios defeitos e qualidades, amores e ódios, mas tudo se supera na medida em que matamos os leões que tetam nos devorar e muitos deles são criados, alimentados e engordado dentro de nós.
Você, leitora, A  memória que luta pela igualdade feminina, a importância da mulher na sociedade e todo aquele blablablá. Mas e depois? Como o mundo retribui o seu valor? Com uma cultura que prega a “ditadura da beleza”, que deixa as mulheres com “fobia” de engordar e de ficar velha.
Ou ainda com músicas que as rebaixam a um mero objeto ou recorrendo a uma lenda que diz que para deixar os homens “babando” você deve apelar para a sensualidade. E com a massificação da imagem de uma mulher “bonita” e “mumificada” graças a plásticas e tratamentos estéticos que prometem o rejuvenescimento milagroso. Sem contar que essa expectativa do “corpo perfeito”, diga-se de passagem, inatingível, só alavanca insatisfações e problemas emocionais.
Como se tudo fosse permitido, desde adotar transtornos alimentares a se render a shakes espetaculares que prometem efeitos mais rápidos do que pó de pirlimpimpim. A lista quilométrica ainda não acabou. Vamos enumerar outra realidade: o de como a mulher aprendeu com a sociedade moderna a estimar o próprio valor: se comparando as outras, se depreciando, se deprimindo ao completar 30 anos.
E quantas mulheres existem no mundo? Independentemente de classe social, raça, religião, cada uma tem sua história própria e escreve a cada dia um novo capítulo. Algumas tiveram suas vidas marcadas por traumas a que foram submetidas; outras foram marcadas por vozes que lhe diziam que não eram capazes de nada. Carregam consigo um peso que não deveria ser seu e não conseguem virar a página. Mas aceitam tudo isso. Porque ninguém lhes disse que não deveriam aceitar.
O valor da mulher é grandioso, pena que muitas delas não conseguem enxergá-lo. Ela sempre esteve presente nos maiores acontecimentos, é mãe, filha e esposa. Ou seja, somos auxiliadoras e muito importantes em tudo. Muitas vezes a própria mulher se desvaloriza e o conflito interior tem que ser vencido. 
Meninas, 
Vamos nos amar mais e nos aceitar mais, cada uma tem seus próprios defeitos e qualidades, amores e ódios, mas tudo se supera na medida em que matamos os leões que tetam nos devorar e muitos deles são criados, alimentados e engordado dentro de nós. 

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